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Governo são-tomense quer uma polícia mais próxima da população

Estancar o aumento da criminalidade no país é o principal desafio para a Polícia Nacional são-tomense, que completou esta terça-feira 38 anos de existência.

O governo reconhece que a polícia deve assumir um papel mais preponderante na investigação dos delitos e ser uma polícia mais próxima da população.

A Polícia Nacional são-tomense enfrenta um novo paradigma. Em 38 anos de existência, o aumento galopante da criminalidade no país, nunca foi tão visível como agora.

Crimes como assalto a mão armada, roubos de carros e invasão a propriedade privada são cada vez mais uma constante em São Tomé e Príncipe.

País conhecido pela sua paz e acalmia, pode ver agora a sua imagem sair beliscada, caso medidas rigorosas não forem adotadas. Uma delas prende-se com a aproximação da polícia à população.

“ Na perspetiva de que elas mesmas tenham um papel importante a desempenhar no processo de garantia da estabilidade social”, explicou o comandante geral da polícia nacional Roldão Boa Morte.

O governo por sua vez, assume que os casos crescentes de violência e crimes no país, merecem uma profunda reflexão.

O titular da defesa Óscar de Sousa, garante mesmo, que é preciso imprimir maior margens de manobra aos agentes.

“Torna-se necessário permitir que a polícia tenha um papel preponderante em matéria de investigação, principalmente nos crimes de moldura penal inferiores a 3 anos”, garantiu.

38 anos depois da sua institucionalização, a polícia nacional são-tomense vê-se a braços com um aumento vertiginoso da criminalidade que ao mesmo tempo que pode por em causa as capacidades da instituição para fazer face ao problema, pode por também em causa o bom nome do arquipélago.

Brany Cunha Lisboa

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