País Política

Diálogo Nacional avança sem oposição

O ADI na oposição, confirmou a sua não participação no chamado diálogo nacional. O partido de Patrice Trovoada rejeitou os mais de 100 convites para que os seus delegados pudessem tomar parte na iniciativa presidencial. Na sessão de abertura esta segunda-feira na capital são-tomense o Chefe de Estado Pinto da Costa apelou a união de todos para o bem comum e negou a imposição de um itinerário político aos partidos.

Perante cerca de 1000 delegados que tomam parte no evento que promete discutir os principais problemas do país, o presidente Pinto da Costa apelou a união de todos os são-tomenses envolta de um projeto comum.

“Exige que cada um de nós saibamos ultrapassar os interesses pessoais, políticos, partidários, economicos, religiosos ou de outra qualquer espécie em nome de um destino coletivo comum”, afirmou o Chefe de Estado Pinto da Costa

Mais de 100 cadeiras destinadas aos delegados do ADI na oposição, permaneceram vazias. Tudo porque o partido liderado por Patrice Trovoada, “não concorda com os moldes que serviram de preparação do diálogo nacional”.

Tanto o ADI ausente como os três partidos do poder MLSTP/PSD, PCD e MDFM/PL presentes, reclamaram publicamente da intenção do Chefe de Estado de querer impor um itinerário político aos partidos. Pinto da Costa negou as acusações.

“Somos demasiadamente pequenos para estarmos divididos. Quando um diálogo falha, o país estagna. O diálogo nacional não se realiza para impor nada a ninguém”, finalizou o Presidente da República

Os cerca de 1000 delegados em representação das forças políticas, a sociedade civil organizada no país e na Diáspora e confissões religiosas, vão discutir ao longo de 4 dias temas como a  promoção da democracia, promoção do desenvolvimento, económico, social e cultural do país, a consolidação da unidade nacional, e a moralização da sociedade.

Brany Cunha Lisboa com RTPÁfrica

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