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Direção dos Transportes em greve sine die

Os trabalhadores da direção dos transportes terrestres de São Tomé e Príncipe estão de greve por tempo indeterminado.

Em causa está a conceção dos serviços à um privado com vista a criação do instituto rodoviário de veículos e condutores.

Os trabalhadores queixam-se de falta de transparência, o governo por sua vez diz que o novo projeto é benéfico para o país.

Em conferência de imprensa, o primeiro-ministro Gabriel Costa começou por dizer que não privatizou a direção dos transportes terrestres.

“O meu governo não privatizou direção nenhuma, o que fiz e é da minha competência enquanto governo foi efetivamente encorajar um processo que já estava em curso que visava a segurança rodoviária que é extremamente importante para reduzir a quantidade de acidentes de circulação que nós temos, para combater eficazmente o  número gigantesco de fraudes em termos de atribuição de títulos de condução”, afirmou.

Depois explicou os contornos do novo projeto que visa a criação de um instituto rodoviário de veículos e condutores.

“A direção dos transportes terrestres vai deixar de emitir cartas de condução e ela vai passar a ocupar-se de outras matérias, sobretudo ela vai ter uma atividade reguladora”, explicou

Os grevistas por seu torno, garantem que” há falta de transparência no processo que pode ser lesivo aos trabalhadores”, por isso, pedem encontro com o governo.

Costa já aceitou o desafio mas, garante, “não aceitará pressões”.

Sobre o mesmo tema, já os sindicatos dos taxistas e motoqueiros do país demonstraram preocupação.

Agora os trabalhadores da direção dos transportes terrestres assumiram também uma postura de greve sine die, ou seja por tempo indeterminado, o que deixa antever mais desenvolvimentos sobre este assunto nos próximos dias.

Brany Cunha Lisboa

Foto RTPÁfrica

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