País Política

ADI vai governar sozinho

A decisão foi anunciada ao público pelo líder Azul e Amarelo Patrice Trovoada, depois de conhecidos os resultados definitivos das eleições de 12 de Outubro, divulgados pelo Supremo Tribunal de Justiça que confirmam a vitória com maioria absoluta do ADI com 33 mandatos em 55 possíveis.

É um anúncio já esperado, embora venha um pouco contra o discurso de vitória de Patrice Trovoada após as eleições de 12 de Outubro, onde demonstrou abertura para vir a trabalhar em conjunto com outras forças vivas da nação.

Agora que o Supremo Tribunal de Justiça atestou os resultados finais das eleições, o presidente do ADI vem clarificar as coisas.

“As eleições tiveram lugar, os resultados são claros, o mandato do ADI é claro e para que isso fique também bastante claro, o ADI irá governar sozinho, sem coligações e irá apresentar o seu candidato que toda gente conhece e que foi também a figura apresentada durante a campanha como único candidato ao cargo de primeiro-ministro”, afirma Trovoada.

O candidato vencedor das legislativas quer por outro lado, que a constituição do seu governo se processe o mais depressa possível, tendo para isso já marcado uma reunião com o presidente do parlamento cessante Alcino Pinto.

Neste meio tempo, Patrice Trovoada pede ao governo demissionário que cesse as funções menos urgentes e não tome nenhuma decisão que possa vir a comprometer a atuação do seu futuro executivo.

“A partir de Agora está bastante claro que o governo atual é um governo demissionário. Nós apelamos ao bom senso para que cesse todos os atos que não são urgentes, indispensáveis, de carácter de gestão corrente que estão a ser praticados até ainda hoje e que podem constituir constrangimentos ou dificuldades acrescidas para a próxima governação. Se esses hábitos continuarem nós temos que mais rapidamente possível ter o novo governo e depois analisar esses atos que foram cometidos num período que nós consideramos suspeito”, avisou.

Recado com destinatário certo, o líder do ADI teme pela falta de postura de continuidade de estado e anti-vê uma passagem de pasta tumultuosa.

Brany Cunha Lisboa

RM:rdpáfrica

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