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O problema dos clandestinos em Angola deve ser analisado caso a caso-Patrice Trovoada

Foi um dos assuntos em cima da mesa, na recente viagem do primeiro-ministro Patrice Trovoada à Angola, naquela que foi a sua primeira visita oficial após assumir o governo. Patrice Trovoada conversou com as autoridades angolanas e considera que há abertura de parte a parte para resolver a questão dos são-tomenses que estão a viver clandestinamente naquele país.

“A primeira opção é o repatriamento, mas nós somos países irmãos e estamos a conversar para resolver a questão. Todos os casos não são iguais, temos que analisar caso a caso porque há são-tomenses que estão ilegal mas que estão a trabalhar e eu considero que de alguma maneira estão a contribuir para a economia angolana”, esclareceu o chefe do governo.

A questão será discutida na próxima comissão mista entre os dois países a realizar-se brevemente. Angola é juntamente com Portugal um dos países que acolhe maior número de emigrantes são-tomenses, sendo que no país africano estão perto de  5 mil são-tomenses em condições de ilegalidade.

O governo assume que tudo fará para evitar o repatriamento massivo dos nacionais estabelecidos em Angola, numa altura em que o executivo para além de eleger o país de José Eduardo dos Santos como um dos principais parceiros do arquipélago, há também recentes desenvolvimentos na politica de entrada em São Tomé e Príncipe por parte de cidadãos angolanos, com estes a não precisarem de vistos até um período de 15 dias e os cidadão são-tomenses gozam da possibilidade de adquirirem se assim desejarem, um visto de 7 dias para Angola.

Brany Cunha Lisboa

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